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Termo do glossário: Estrela tipo M

Descrição: Uma estrela com tipo espectral “M”. Os astrônomos identificam as estrelas do tipo M pela presença de bandas de absorção molecular, principalmente de óxido de titânio, em seus espectros. Elas apresentam temperaturas típicas (efetivas) entre cerca de 2500 kelvins (K) e 3700 K. Em comparação com outras estrelas, elas parecem vermelhas aos olhos humanos. As estrelas da sequência principal do tipo espectral M são conhecidas como anãs vermelhas. Estrelas do tipo M também podem ser gigantes vermelhas ou supergigantes vermelhas; estas classes são compostas principalmente por estrelas do tipo M, mas incluem também algumas estrelas do tipo K, bem como alguns tipos mais exóticos de estrelas com fortes características espectrais do carbono. Betelgeuse, em Orion, é uma supergigante do tipo M.

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Status do termo e da definição: A definição original deste termo em inglês foi aprovada por um astrônomo(a) pesquisador(a) e um(a) professor(a)
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O Glossário Multilíngue da OAE é um projeto do Escritório da IAU de Astronomia para a Educação (OAE) em colaboração com o Escritório da IAU para Divulgação da Astronomia (OAO). Os termos e definições foram selecionados, escritos e revisados por meio de um esforço coletivo da OAE, dos Centros e Nós da OAE, dos Coordenadores Nacionais de Educação em Astronomia (NAECs) da OAE e de outros voluntários. Você pode encontrar uma lista completa dos créditos aqui. Todos os termos do glossário e suas definições são disponibilizados sob uma licença Creative Commons CC BY-4.0 e devem ser creditados à "IAU OAE".

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Mídia relacionada


A supergigante vermelha próxima Betelgeuse, vista como uma  laranja mostrando uma forma assimétrica com um ponto brilhante no canto superior esquerdo

A supergigante vermelha Betelgeuse

Legenda: A imagem mostra Betelgeuse, uma supergigante vermelha na constelação de Órion, observada pelo Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA). O ALMA consiste em várias antenas espalhadas por uma planície no norte do Chile. As observações de todos esses receptores são sintetizadas por um computador central para formar a imagem. As grandes distâncias entre as antenas permitem que se resolvam detalhes muito finos. A maioria das estrelas que observamos são vistas apenas como pontos de luz, mas Betelgeuse é tão grande (com um raio cerca de 1.400 vezes maior que o do Sol) e suficientemente próxima que é uma das poucas estrelas que foram resolvidas, mostrando-se como um objeto estendido. Betelgeuse é uma estrela massiva, com mais de 14 vezes a massa do Sol, e relativamente jovem para uma estrela (menos de 14 milhões de anos). No entanto, sua alta massa fez com que ela tivesse um núcleo muito quente, queimando rapidamente seu combustível de hidrogênio. Desde então, ela evoluiu por vários estágios e agora aparece como uma supergigante vermelha, seu estágio final antes de explodir como uma supernova. Não se sabe ao certo quando essa explosão ocorrerá, mas pode ser em cerca de 100.000 anos. Essa explosão seria visível da Terra, mesmo durante o dia.
Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/E. O'Gorman/P. Kervella link do crédito

License: CC-BY-4.0 Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) ícones


Próxima Centauri aparece como um ponto brilhante com raios de difração. Várias estrelas mais fracas estão no fundo.

Próxima Centauri, nossa vizinha estelar mais próxima

Legenda: Imagem captada pelo Hubble de Proxima Centauri, uma anã de tipo M e a estrela mais próxima do nosso Sistema Solar. Embora seja a estrela mais próxima do Sol, ela só foi descoberta em 1915 devido à sua fraca luminosidade. Apesar da proximidade, ela aparece apenas como um objeto pontual nesta imagem, pois mesmo as estrelas mais próximas do Sol estão muito distantes quando comparadas ao seu tamanho físico.
Crédito: ESA/Hubble e NASA link do crédito

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Diagramas relacionados


A choppy line increasing at longer wavelengths with large wide dips and a few sharper dips.

Spectrum of an M-type star

Legenda: The spectrum of the M-type star 2MASS J15581272+8457104. The colour of the line between 400 nm and 700 nm roughly corresponds to the colour the human eye would see light of that wavelength. Below 400 nm and above 700 nm, where the human eye can see little to no light, the lines are coloured blue and red respectively. The black lines show spectral absorption lines caused by atoms, ions and molecules of different elements in the star’s atmosphere. These atoms, ions and molecules absorb at specific wavelengths, causing sharp, dark lines in the spectra. How strong these lines are depends on the temperature of the star’s atmosphere. Two stars made from the same mix of elements could have spectra with vastly different sets of lines in their spectra if they have different temperatures in their atmospheres. The atmospheres of M-type stars are cool enough for some chemical compounds to form. These are often referred to as molecules in astronomy, even if they are not strictly molecules in chemistry. These molecules produce so many lines in an M-type star’s spectrum that the lines appear to merge together in huge bands that remove large chunks from the spectrum. In M-type stars, titanium oxide has a large number of these bands in visible light, dominating huge regions of the spectrum.
Crédito: IAU OAE/SDSS/Niall Deacon

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