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"term_definition": "A atividade estelar é um termo coletivo referente aos diferentes efeitos que os campos magnéticos exercem sobre estrelas. Estrelas com campos magnéticos fortes têm mais manchas estelares em sua superfície. Os campos magnéticos estelares também são provavelmente a fonte de calor da coroa de uma estrela, assim, estrelas com campos magnéticos mais fortes terão maior emissão de raios X e ultravioleta proveniente de sua coroa. A atividade também pode ser observada no espectro da estrela, particularmente na emissão da linha alfa do hidrogênio. Em conjunto, esses efeitos quantificam de forma aproximada a “atividade” de uma estrela. Estrelas massivas (com tipo espectral O, B e A inicial) normalmente apresentam baixa atividade. A atividade aumenta para estrelas de menor massa, atingindo o pico nas anãs vermelhas (anãs M). Estrelas jovens são mais ativas do que estrelas antigas. O Sol segue um ciclo de atividade de 11 anos, resultando em uma variação no número de manchas solares.",
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"term_definition": "População estelar é um termo usado para designar um grupo de estrelas. De forma mais geral, uma população estelar é qualquer conjunto de estrelas, por exemplo, a população estelar de uma galáxia. \r\n\r\nMais especificamente, esse termo é frequentemente utilizado para se referir a diferentes populações de estrelas que compõem um aglomerado estelar ou uma galáxia. Essas populações podem ter idades ou metalicidades distintas e podem ter origens diferentes.\r\n\r\nAs estrelas da Via Láctea são frequentemente divididas em estrelas de População I (as estrelas mais jovens do disco galáctico, com maior metalicidade) e estrelas de População II (as estrelas mais antigas do halo galáctico, com menor metalicidade). As estrelas da População III constituem uma população teórica de estrelas com metalicidade muito baixa. Acredita-se que as estrelas da População III representem a primeira geração de estrelas que se formou após o Big Bang.",
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"term_definition": "Uma subgigante é uma estrela que se encontra entre a sequência principal e o ramo das gigantes no diagrama de Hertzsprung-Russell. Em geral, são estrelas que terminaram a fusão de hidrogênio nos seus núcleos e estão evoluindo para se tornarem estrelas gigantes. Algumas dessas subgigantes pulsam, fazendo delas estrelas variáveis. As variáveis Cefeidas são um exemplo de um tipo de estrelas subgigantes pulsantes.",
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"term_definition": "A posição do Sol no céu há muito tem sido usada para definir o tempo, com o meio-dia local correspondendo ao ponto de maior altura do Sol acima do horizonte e o dia definido, em sentido estrito, como o período entre o nascer e o pôr do sol e, em sentido mais amplo, como o intervalo de tempo entre um meio-dia local e o seguinte. Um relógio de sol é um dispositivo que projeta a direção do Sol em uma superfície com marcações, geralmente rastreando a sombra de um ponteiro alongado conhecido como “gnômon”. Quando essa sombra aponta para a marcação designada “12”, por exemplo, pode-se ler a hora como 12 horas. Relógios de sol simples mostram apenas a hora solar aparente, que está diretamente ligada à posição do Sol no céu. Versões mais elaboradas possuem recursos que permitem a determinação da hora solar média.",
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"term_definition": "As supergigantes são as estrelas maiores e mais luminosas. Podem ser várias centenas de vezes maiores que o Sol e milhares de vezes mais luminosas. Ocupam a região superior do diagrama Hertzsprung-Russell, com magnitudes visuais absolutas entre −3 e −8. A faixa de temperatura das estrelas supergigantes varia de cerca de 3400 kelvins (K) a mais de 20.000 K. Elas são estrelas massivas ou estão em uma fase muito avançada da evolução estelar. As estrelas supergigantes podem ser identificadas com base em seus espectros, com linhas distintas sensíveis à alta luminosidade e baixa gravidade superficial: essas linhas espectrais são estreitas em comparação com a largura das linhas em estrelas menores. Exemplos típicos de estrelas supergigantes são Betelgeuse, em Orion, e as variáveis Cefeidas.",
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"term_definition": "Como o termo sugere, os buracos negros supermassivos (SMBH, do inglês supermassive black holes) são a maior classe de buracos negros, com massas que variam de milhões a bilhões de vezes a massa do Sol. Dados observacionais sugerem que todas as grandes galáxias parecem abrigar um SMBH em seu centro. A Via Láctea possui um SMBH conhecido como Sagitário A*, com uma massa de cerca de 4,5 milhões de vezes a do Sol e um diâmetro de cerca de 40 milhões de quilômetros. A grande quantidade de massa em um pequeno volume faz com que os buracos negros tenham campos gravitacionais imensos (poços de potencial gravitacional profundos). Desde 2019, cientistas têm usado dados de uma rede de radiotelescópios localizados ao redor do mundo para construir uma imagem dos horizontes de eventos ao redor dos SMBHs. No início de 2023, dois SMBHs foram imageados dessa forma: Sagitário A* e o SMBH (6,5 bilhões de vezes mais massivo que o Sol) no centro da galáxia M87, localizada a pouco mais de 50 milhões de anos-luz de distância.",
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"term_definition": "Uma supernova é uma explosão estelar massiva. As supernovas tornam-se, por um breve período, os objetos mais luminosos da sua galáxia, antes de desaparecerem ao longo de alguns anos. Existem dois caminhos principais que levam às supernovas. A primeira (Tipo Ia) envolve uma anã branca acumulando matéria de uma estrela companheira em um sistema binário. Quando a anã branca se se torna instável, seja por atingir uma massa superior a 1,4 massas solares (conhecida como limite de Chandrasekhar) ou por acumular hélio suficiente em sua superfície, ela explode, sem deixar remanescente. O outro caminho principal que forma uma supernova (Tipo II) é a evolução de uma estrela com massa superior a oito massas solares. No final da evolução dessa estrela, ela explode, resultando em uma estrela de nêutrons ou (para as estrelas mais massivas) um buraco negro de massa estelar. \r\n\r\nAs supernovas são a fonte de muitos dos elementos químicos, especialmente aqueles mais pesados que o magnésio.",
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"term_definition": "Um telescópio é um dispositivo que coleta fótons (de luz visível ou de outros comprimentos de onda) de objetos distantes e fornece informações (por exemplo, uma imagem) sobre eles a um observador. Os primeiros telescópios (do início do século XVII) usavam lentes como elementos ópticos (ver telescópio refrator). As lentes têm limitações quanto ao tamanho que podem atingir, por isso, para observar objetos mais fracos com maior nível de detalhe com telescópios maiores, passou-se a utilizar espelhos (ver telescópio refletor) para focar a luz. Os maiores telescópios ópticos são telescópios refletores. No século XX, foram inventados telescópios para estudar outras regiões do espectro eletromagnético, de modo que hoje existem radiotelescópios, telescópios infravermelhos, telescópios de raios X, etc. Como as fontes celestes são tênues, os astrônomos tendem a construir telescópios de grande abertura para coletar mais luz e alcançar resoluções angulares mais precisas.",
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"term_definition": "Um fuso horário é uma região onde se utiliza um horário padrão uniforme. Nossas medidas de tempo estão ligadas à rotação da Terra. Em particular, o momento do meio-dia está associado à posição mais alta do Sol no céu. O meio-dia local depende fortemente da longitude: um observador localizado a leste de outro observador verá o Sol nascer e atingir o meio-dia mais cedo. Todos os locais com a mesma longitude têm o mesmo momento do meio-dia local, portanto, em princípio, poderíamos definir uma medida comum de tempo para todos esses locais. Na prática, um horário comum é definido para um segmento de longitude ou para um país ou região de um país. Para a maioria dos lugares, o meio-dia local será próximo, mas ligeiramente antes ou depois do meio-dia oficial do fuso horário. Nesse esquema, as diferenças na hora oficial quase sempre correspondem a um número inteiro de horas (embora alguns fusos horários definidos se desviem desse padrão em, por exemplo, meia hora).",
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"term_definition": "O Horário Universal, abreviado do inglês UT, Universal Time, é um termo genérico para várias formas de definir a medição do tempo. UT1 é a hora solar média na longitude zero (a localização histórica do Observatório Real de Greenwich). A hora solar média define a duração de um dia como a duração média entre um meio-dia (posição mais alta do Sol no céu) e o seguinte. Na prática, as medições necessárias não são feitas com o Sol, mas com objetos astronômicos distantes, como quasares, durante a noite. O UTC, Tempo Universal Coordenado, é um padrão de tempo baseado na medição de um grande conjunto específico de relógios atômicos (“tempo atômico internacional” ou TAI), mas com a adição ocasional de segundos extras (“segundos intercalares”) a alguns dias para garantir que o UTC e o UT1 nunca divergem em mais de 0,9 segundos.",
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"term_name": "Espectro visível",
"term_definition": "A radiação eletromagnética com comprimentos de onda entre cerca de 380 e 750 nanômetros é visível ao olho humano e é chamada de luz visível. Quando a radiação eletromagnética é separada em um espectro, ordenando todos os diferentes tipos de radiação por comprimento de onda e mapeando a quantidade de radiação que nos atinge em cada região de comprimento de onda, a parte do espectro entre 380 e 750 nanômetros é o espectro visível. Nele, do comprimento de onda mais curto ao mais longo, encontramos luz violeta, índigo (anil), azul, verde, amarela, laranja e vermelha, dispostas continuamente – as cores do arco-íris, a maneira natural da natureza de produzir tal composição espectral, à medida que a luz do Sol é refratada em pequenas gotas de água.",
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"term_name": "Astronomia de Raios X",
"term_definition": "A astronomia de raios X é um campo de estudo dedicado a coletar e analisar todas as informações que vêm do cosmos na forma de radiação eletromagnética muito energética (mais energética que a radiação ultravioleta, mas menos energética que a radiação gama). Os raios X têm frequências entre 30 petahertz e 30 exahertz, o que corresponde a comprimentos de onda entre 10 picômetros e 10 nanômetros. Na unidade de comprimento mais antiga ainda em uso em muitas áreas da astronomia, incluindo a astronomia de raios X, isso corresponde a valores entre 0,1 e 100 angstroms (Å). Dada a proeminência da natureza de partícula da luz nessa parte do espectro, os astrônomos de raios X costumam usar energias de fótons em vez de comprimento de onda para caracterizar o que medem. Em termos de elétrons-volts (eV), a unidade de medida de energia comum na física de partículas, as faixas de frequência e comprimento de onda mencionadas correspondem a energias de fótons entre 100 eV e 100 keV. Como a atmosfera absorve a maioria dos raios X, a astronomia de raios X é normalmente feita por telescópios espaciais. Os raios X provenientes de fontes astronômicas vêm de regiões extremamente quentes. Estas incluem os discos em torno de objetos compactos, como buracos negros ou estrelas de nêutrons, e a coroa quente das estrelas.",
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{
"term_name": "raio X",
"term_definition": "Os raios X são ondas eletromagnéticas menos energéticas que a radiação gama, mas com energias mais elevadas que a radiação ultravioleta. A parte do espectro correspondente aos raios X é normalmente definida como o intervalo de comprimentos de onda entre 10 picômetros e 10 nanômetros. Isso corresponde a frequências entre cerca de 30 petahertz e 30 exahertz. As energias dos fótons resultantes (partículas de luz) estão na faixa entre cerca de 100 eV e 100 keV, usando a unidade “elétron-volt”, comum na física de partículas. \r\n\r\nNa astronomia, uma emissão significativa de raios X normalmente chega até nós a partir de regiões que contêm gás ou plasma em temperaturas muito altas, superiores a um milhão de kelvins. Exemplos incluem a coroa do nosso Sol e as coroas de outras estrelas, bem como os discos de acreção ao redor de objetos compactos: gás caindo em direção a uma estrela de nêutrons ou buraco negro e girando em um disco extremamente quente antes de cair sobre ou para dentro do objeto central. Os remanescentes de supernovas são outra classe comum de fontes astronômicas de raios X: quando uma estrela massiva explode como uma supernova no final de sua vida, as camadas externas da estrela são lançadas ao espaço. Quando esse gás ejetado encontra o meio interestelar ao redor, os efeitos do choque aquecem a matéria na região de colisão a altas temperaturas, resultando na produção de raios X.",
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{
"term_name": "Magnitude Absoluta",
"term_definition": "A magnitude absoluta é uma medida com duas definições diferentes. Ambas se relacionam com o quão brilhantes os objetos parecem sob um conjunto especial de condições. Isso permite comparar as propriedades intrínsecas de objetos a diferentes distâncias. Isso contrasta com a magnitude aparente, que é uma medida do brilho de um objeto a partir da localização do observador.\r\n\r\nPara objetos fora do Sistema Solar, como estrelas e galáxias, a magnitude absoluta é definida como a magnitude aparente que um objeto teria se fosse observado a uma distância padrão de 10 parsecs, ignorando os efeitos da extinção interestelar. Esse valor padronizado permite comparar diferentes objetos quanto ao seu brilho intrínseco.\r\n\r\nDentro do Sistema Solar, a magnitude absoluta é definida como a magnitude aparente que um objeto, como um asteroide, teria se fosse observado a uma distância de uma unidade astronômica do observador, enquanto o objeto estivesse a uma distância de uma unidade astronômica do Sol e em oposição. Note que um objeto do Sistema Solar nunca poderá satisfazer a essas condições quando observado da Terra, mas a definição remove fatores que dependem das posições do objeto e do observador para permitir que objetos do Sistema Solar em diferentes localizações sejam comparados.",
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"Solar System"
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"term_definition": "Quando um objeto astrofísico acumula matéria (acresce matéria), a menos que a matéria em queda já esteja se movendo diretamente em direção ao objeto atrator, ela não pode cair diretamente sobre ele. Na verdade, à medida que o objeto em queda se aproxima do objeto atrator, a componente de sua velocidade perpendicular à linha que os conecta aumenta devido à conservação do momento angular.\r\n\r\nEm muitos casos, a matéria em queda se acumulará no que é chamado de disco de acreção: um disco giratório de gás e poeira ao redor do objeto atrator. A partir da borda interna do disco, a matéria pode cair sobre o objeto central. Para um objeto central compacto, a matéria que cai sobre o disco de acreção terá adquirido uma enorme quantidade de energia durante a queda. À medida que essa energia é depositada no disco, ele pode aquecer até temperaturas de centenas de milhares ou até milhões de kelvins. Os discos de acreção ao redor dos buracos negros supermassivos no centro de algumas galáxias fornecem energia para os núcleos galácticos ativos (AGN). Esses objetos extremamente brilhantes podem ser mais brilhantes do que todas as estrelas de sua galáxia hospedeira combinadas.\r\n\r\nOs discos de acreção são encontrados em uma variedade de situações astrofísicas, como ao redor de buracos negros supermassivos, remanescentes estelares, explosões de raios gama ou protoestrelas.",
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{
"term_name": "Altitude",
"term_definition": "Altitude possui dois significados: pode indicar um ângulo específico em um determinado tipo de sistema de coordenadas (“a altitude de uma estrela”) ou uma distância vertical em relação a um determinado nível de referência (“5000 m acima do nível do mar”).\r\n\r\nEm astronomia (e topografia), altitude é um ângulo nos chamados sistemas de coordenadas horizontais. Esse ângulo mede o quão alto um objeto está acima do horizonte – se você apontar o dedo para o objeto e, em seguida, mover esse dedo diretamente para baixo até o horizonte, a direção do seu braço terá mudado pelo ângulo que corresponde à altitude. A altitude é medida em graus ou radianos. Um objeto no horizonte teria uma altitude de 0°, e um objeto diretamente acima da cabeça, “no zênite”, tem uma altitude de 90°. Valores negativos de altitude são atribuídos a objetos que estão abaixo do horizonte – nesse caso, o ângulo de altitude mede o quanto o objeto está abaixo do horizonte. Um objeto diretamente abaixo dos seus pés, “no nadir”, teria uma altitude de –90°. Em outros contextos, como na aviação ou na física atmosférica, a altitude é uma medida de quão alto um lugar está acima de um determinado nível de referência. Na Terra, a altitude é frequentemente definida como a altura acima do nível médio do mar. Nesse sentido, a altitude é medida em uma unidade de comprimento, como metros.",
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"Space Exploration"
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{
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"term_definition": "A magnitude aparente é uma medida de quão brilhante um corpo celeste parece para um observador. Por razões históricas, a escala de magnitude atribui números maiores a objetos mais fracos. A magnitude é uma escala logarítmica em que uma diferença de cinco magnitudes correspondente a um fator de 100 no brilho medido. Existem muitas escalas de magnitude porque o brilho pode ser medido em diferentes comprimentos de onda e com diferentes técnicas. A escala comum de “magnitude visual” é definida de forma que a estrela brilhante Vega tenha uma magnitude aparente de zero. Nessa escala, Sirius, a estrela mais brilhante no céu noturno, tem magnitude -1,46, e as magnitudes do Sol e da Lua cheia são -26,7 e -12,7, respectivamente. Os números negativos indicam que esses objetos parecem mais brilhantes do que Vega. Em condições de escuridão total, pessoas com excelente visão conseguem ver estrelas com magnitude visual de até cerca de magnitude visual 6. O Hubble Ultra Deep Field (Campo Ultra Profundo do Hubble) atinge uma magnitude visual próxima a 31. Isso é cerca de 100 elevado à quinta potência, ou 10.000.000.000 vezes mais fraco do que a magnitude 6.",
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"term_name": "Aquário",
"term_definition": "Aquário é uma constelação relativamente tênue do Zodíaco, a parte do céu que se intersecta a eclíptica (o plano definido pela trajetória da Terra em torno do Sol). Assim, da Terra, podemos encontrar regularmente o Sol e também os planetas na constelação de Aquário. No caso do Sol, isso ocorre do final de fevereiro ao início de março (nesse período, é claro, não podemos observar as estrelas da constelação). Aquário é uma das 88 constelações modernas definidas pela União Astronômica Internacional, mas sua origem é muito mais antiga – ela já estava entre as 48 constelações nomeadas pelo astrônomo Cláudio Ptolomeu no século II.",
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{
"term_name": "Estrella enana",
"term_definition": "«Estrella enana» es un sinónimo para una estrella en la denominada secuencia principal: estrellas que fusionan hidrógeno en helio en sus núcleos. Las estrellas pasan la mayor parte de su «vida» como estrellas enanas. Nuestro Sol es una enana de mediana edad. Por lo general, cuando los astrónomos se refieren a estas estrellas de la secuencia principal, incluyen una referencia al color, como «enana roja» para las estrellas enanas más comunes de baja masa, o «enana amarilla» para estrellas como nuestro Sol. \r\n\r\n¡Cuidado!: ¡En astronomía, existen casos en los que la designación «enana» se refiere a objetos que no son estrellas enanas según esta definición! Las enanas marrones son objetos cuya masa es inferior al 8% de la del Sol, y nunca llegan a iniciar una combustión estable de hidrógeno en su núcleo; son una clase intermedia de «objetos subestelares» situada entre el rango de masas de las estrellas y el de los planetas. Las enanas blancas, también llamadas estrellas enanas blancas, son los remanentes compactos de estrellas entre baja y media masa que han agotado su combustible nuclear. Cuando nuestro Sol haya alcanzado el final de su vida estelar, se convertirá en una enana blanca.",
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"term_name": "Estrella binaria",
"term_definition": "Una estrella binaria es un sistema formado por dos estrellas que orbitan alrededor de su centro de masa común debido a que están unidas por la fuerza de la gravedad. Sus órbitas siguen las leyes de Kepler y tienen forma elíptica (parecida a un círculo aplanado) o circular. \r\n\r\nMás de la mitad de todas las estrellas de la Vía Láctea se encuentran en sistemas binarios o forman parte de sistemas con más de una estrella compañera (conocidos como sistemas estelares múltiples de orden superior). Debido a sus enormes distancias de la Tierra, la mayoría de las estrellas binarias y los sistemas estelares múltiples de orden superior se ven para el observador como una sola estrella.\r\n\r\nLas estrellas binarias pueden clasificarse en varias categorías según el método de observación mediante el cual se descubrió que eran estrellas binarias. Pueden pertenecer simultáneamente a más de una categoría:\r\n\r\nLas binarias visuales pueden observarse como dos estrellas separadas muy próximas entre sí en el cielo. No todas las estrellas que parecen estar cerca en el cielo (estrellas dobles) son binarias unidas por la gravedad; algunas pueden estar cerca en el cielo por casualidad, pero no estar unidas por la gravedad. Las estrellas dobles que no son binarias unidas por la gravedad pueden estar separadas por cientos de años luz de distancia.\r\n\r\nLas binarias espectroscópicas se detectan gracias al desplazamiento Doppler de las líneas del espectro de las estrellas, ya que estas orbitan alrededor de su centro de masa común. \r\n\r\nLas binarias eclipsantes pueden detectarse cuando una de las estrellas del sistema pasa entre su compañera y el observador, bloqueando parte de la luz de la estrella compañera y haciendo que la luz combinada del sistema parezca brevemente más tenue. \r\n\r\nLas binarias astrométricas son sistemas en los que solo se observa una imagen estelar —ya sea porque una de las estrellas es demasiado tenue para ser observada o porque las imágenes de las dos estrellas se superponen—, pero en los que el movimiento orbital de las estrellas del sistema binario hace que el punto más brillante de la imagen estelar muestre un cambio periódico de posición en el cielo.",
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"term_name": "Capricornio",
"term_definition": "Capricornio es la constelación más pequeña del zodíaco. Las estrellas que componen esta constelación se encuentran en la parte del cielo que se cruza con la eclíptica (el plano definido por la trayectoria de la Tierra alrededor del Sol). De hecho, todas las constelaciones que componen el zodíaco se cruzan con la eclíptica. Desde la Tierra, podemos ver con frecuencia los planetas, y también el Sol, en la constelación de Capricornio. En el caso del Sol, esto ocurre desde finales de enero hasta mediados de febrero (en ese momento, por supuesto, no podemos ver las estrellas de la constelación). Capricornio es una de las 88 constelaciones modernas definidas por la Unión Astronómica Internacional, pero su origen se remonta mucho más atrás: ya era una de las 48 constelaciones nombradas por el astrónomo del siglo II Claudio Ptolomeo. Las estrellas que componen la constelación de Capricornio son relativamente tenues. Con un telescopio, se puede observar el cúmulo globular M30 en Capricornio.",
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"term_definition": "El color de un objeto astronómico puede aportar información importante sobre sus propiedades físicas. Incluso a simple vista, una estrella que se ve azulada en el cielo, como Alkaid, situada al final del «mango» de la Osa Mayor, será considerablemente más caliente que una estrella rojiza, como Betelgeuse, situada en el hombro de Orión. Para cuantificar el color, los astrónomos suelen determinar el brillo de una estrella cuando se observa a través de uno de los diversos filtros azules especializados disponibles y lo comparan con el brillo que se observa a través de un filtro rojo. Se utilizan varias definiciones de color distintas de este tipo, que comparan el brillo en distintos filtros específicos. Los resultados pueden utilizarse en análisis estadísticos. Un ejemplo son los diagramas de color-magnitud, en los que se representa gráficamente el color de un objeto en función de su brillo.",
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"term_definition": "Los círculos polares son líneas de latitud de la Tierra. El círculo polar situado a 66°33′48.8″ N se denomina Círculo Polar Ártico y el círculo polar situado a 66°33′48.8″ S se denomina Círculo Polar Antártico. Debido a la inclinación del eje de rotación de la Tierra, las regiones al norte del Círculo Polar Ártico y al sur del Círculo Polar Antártico experimentan «noches polares» durante su invierno y «días polares» durante su verano. Durante una noche polar, el Sol permanece por debajo del horizonte durante más de 24 horas y este periodo de oscuridad puede durar meses. Durante un día polar, el Sol permanece por encima del horizonte durante más de 24 horas y el día puede durar meses. Los días y las noches polares son más largos cuanto más cerca se está de los polos. Las noches polares tienen lugar antes y después del solsticio de invierno de cada región polar, mientras que los días polares se producen antes y después del solsticio de verano.",
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"term_name": "Orión",
"term_definition": "Orión es una constelación fácilmente reconocible situada cerca del ecuador celeste. En el hemisferio norte, es una constelación destacada del invierno; en el hemisferio sur, una constelación destacada del verano. En la mitología griega, Orión era un cazador, y las estrellas principales de la constelación suelen interpretarse como los hombros de Orión, su cinturón, la espada que cuelga de su cinturón y sus dos pies. La mayoría de esas estrellas son gigantes azules o supergigantes, es decir, estrellas azuladas especialmente brillantes que se encuentran en las últimas etapas de su vida estelar. La estrella del hombro izquierdo, Betelgeuse, es una supergigante roja, es decir, una estrella roja muy brillante en la etapa final de su vida. Su color rojizo se puede ver fácilmente en el cielo nocturno. La espada de Orión contiene la nebulosa de Orión. Vista a simple vista, es una mancha blanquecina. Los telescopios astronómicos han revelado que se trata de una nube roja brillante de gas hidrógeno donde actualmente están naciendo nuevas estrellas.",
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"term_definition": "Los cuatro planetas gigantes de nuestro Sistema Solar (Júpiter, Saturno, Urano y Neptuno) —en el caso de los exoplanetas, aún no lo sabemos— están rodeados por numerosos fragmentos pequeños de hielo o roca, de un tamaño que va desde los micrómetros hasta los metros, en forma de grandes anillos. Los anillos más espectaculares son los que rodean a Saturno: un intrincado sistema de anillos separados por huecos. Parte de esa estructura se debe a la interacción con las lunas más grandes de Saturno, y dos huecos se abren por la presencia de lunas diminutas que orbitan en su interior. Existen varias hipótesis sobre cómo se formaron los anillos, la mayoría de ellas relacionadas con una luna desintegrada o destruida por la gravedad de Saturno. Se estima que los anillos de Saturno se habrán disuelto en unos pocos cientos de millones de años, lo que no es mucho tiempo en términos astronómicos. Júpiter, Urano y Neptuno tienen sistemas de anillos menos pronunciados.",
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"term_name": "Onda",
"term_definition": "Cualquier patrón que se propague por el espacio con pocos o ningún cambio, es una onda. El teorema de Fourier muestra cómo esos patrones de desplazamiento pueden interpretarse como la suma de «ondas elementales», cada una de las cuales es un patrón regular de máximos o mínimos repetitivos, similar a una función seno matemática. La distancia entre cada máximo de una onda elemental regular de este tipo y el siguiente máximo se denomina longitud de onda. En astronomía intervienen varios tipos de fenómenos ondulatorios. La radiación electromagnética, nuestra principal fuente de información sobre los objetos astronómicos, es un fenómeno ondulatorio, y en algunas técnicas de observación esa naturaleza ondulatoria desempeña un papel importante. Las ondas sonoras influyen en la estructura interna de las estrellas. Las ondas gravitacionales se han convertido en una nueva fuente de información sobre los objetos astronómicos.",
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"term_name": "Declinación",
"term_definition": "En los sistemas de coordenadas ecuatoriales, la declinación es una de las dos coordenadas que se utilizan para especificar la posición de un objeto en el cielo. Concretamente, la declinación es la distancia angular del objeto al ecuador celeste, que se mide habitualmente en grados: positiva para los objetos del hemisferio norte y con signo negativo para los del hemisferio sur. De este modo, la declinación es análoga a la latitud geográfica en la superficie terrestre. El ecuador celeste coincide aproximadamente con la proyección del ecuador terrestre sobre la esfera celeste, pero los sistemas de coordenadas modernos, como el Sistema Internacional de Referencia Celeste (ICRS), definen el ecuador celeste sin referencia a la Tierra, utilizando como referencia las posiciones de objetos celestes muy distantes en el cielo.",
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"term_definition": "Ío es una luna o satélite que orbita alrededor de Júpiter, descubierta por Galileo Galilei en 1610. Es el más cercano de los cuatro satélites más grandes de Júpiter. Ío orbita alrededor de Júpiter cada 42.5 horas, a una distancia de 422 000 kilómetros del planeta. Ío tiene muchos volcanes activos en su superficie como consecuencia de las fuertes fuerzas de marea a las que se ve sometido el satélite mientras gira alrededor de Júpiter.",
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"Solar System"
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{
"term_name": "Telescopio de rayos X",
"term_definition": "Un telescopio de rayos X es un tipo de telescopio diseñado especialmente para la observación de la luz de rayos X de alta energía y alta frecuencia, invisible para el ojo humano. Dado que la atmósfera terrestre absorbe por completo los rayos X que llegan, los telescopios de rayos X suelen ser telescopios espaciales. Las altas frecuencias y las correspondientes longitudes de onda cortas de los rayos X requieren una óptica notablemente diferente a la de los telescopios de luz visible: los rayos X inciden en los espejos del telescopio en ángulos muy poco pronunciados («incidencia rasante») y rebotan en la superficie exterior del espejo («reflexión externa»). Los conjuntos de espejos para enfocar los rayos X que funcionan de esta manera suelen construirse como capas concéntricas. A energías muy altas, en el caso de los rayos X «duros», la óptica de los telescopios no suele intentar enfocar la luz en absoluto, sino que se basa en máscaras para extraer información sobre la dirección de los rayos X y, a partir de esta información, reconstruir imágenes.",
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"term_name": "Telescopio refractor",
"term_definition": "Un telescopio refractor es aquel que utiliza una lente como principal elemento de captación de luz. Esto contrasta con el telescopio reflector, que emplea un espejo para desempeñar esa función. Los telescopios refractores siguen siendo habituales entre los aficionados, donde una combinación especial de lentes que corrige los efectos cromáticos no deseados («telescopios acromáticos») puede producir una excelente calidad de imagen tanto para la observación visual como para la astrofotografía. En la astronomía profesional, los telescopios refractores fueron sustituidos en gran medida por los telescopios reflectores a partir de principios del siglo XX. Los astrónomos buscaban aperturas cada vez mayores (diámetros de lente o espejo), y resulta difícil fabricar telescopios refractores con lentes de más de un metro de diámetro, ya que la lente solo se sostiene por el borde, lo que hace que el pesado centro de la lente se combe bajo la gravedad, distorsionando su forma y sus propiedades ópticas.",
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"term_definition": "La rotación es el movimiento de un objeto alrededor de una línea imaginaria, denominada eje de rotación. A medida que el objeto gira, cada una de sus partes mantiene exactamente la misma distancia con respecto al eje de rotación. En general, las estrellas (incluido el Sol), los planetas, las lunas o los asteroides giran alrededor de un eje fijo. La Tierra gira alrededor de su propio eje, que es la línea recta imaginaria que pasa por los polos Norte y Sur de la Tierra. La rotación de la Tierra es la responsable de la vista cambiante del cielo nocturno que ve cualquier observador situado en la superficie terrestre, con nuevas estrellas que surgen continuamente por el horizonte oriental y se ponen por el horizonte occidental. El hecho de que el Sol parezca moverse por el cielo durante el día, saliendo por el este y poniéndose por el oeste, es también una consecuencia de la rotación de la Tierra.",
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"term_name": "Unión Astronómica Internacional",
"term_definition": "La Unión Astronómica Internacional (UAI) es una asociación de astrónomos profesionales de todo el mundo que actualmente trabajan en algún ámbito de la investigación, la educación o la divulgación de la astronomía. Se fundó en 1919 y se dedica a desarrollar actividades de divulgación y educación dirigidas al público, además de promover la investigación astronómica activa a través de sus reuniones científicas.",
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