{"count":5293,"next":"http://www.astro4edu.org/oae-api/glossary-terms/?format=json&page=50","previous":"http://www.astro4edu.org/oae-api/glossary-terms/?format=json&page=48","results":[{"term_name":"Atividade estelar","term_definition":"A atividade estelar é um termo coletivo referente aos diferentes efeitos que os campos magnéticos exercem sobre estrelas. Estrelas com campos magnéticos fortes têm mais manchas estelares em sua superfície. Os campos magnéticos estelares também são provavelmente a fonte de calor da coroa de uma estrela, assim, estrelas com campos magnéticos mais fortes terão maior emissão de raios X e ultravioleta proveniente de sua coroa. A atividade também pode ser observada no espectro da estrela, particularmente na emissão da linha alfa do hidrogênio. Em conjunto, esses efeitos quantificam de forma aproximada a “atividade” de uma estrela. Estrelas massivas (com tipo espectral O, B e A inicial) normalmente apresentam baixa atividade. 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De forma mais geral, uma população estelar é qualquer conjunto de estrelas, por exemplo, a população estelar de uma galáxia. \r\n\r\nMais especificamente, esse termo é frequentemente utilizado para se referir a diferentes populações de estrelas que compõem um aglomerado estelar ou uma galáxia. Essas populações podem ter idades ou metalicidades distintas e podem ter origens diferentes.\r\n\r\nAs estrelas da Via Láctea são frequentemente divididas em estrelas de População I (as estrelas mais jovens do disco galáctico, com maior metalicidade) e estrelas de População II (as estrelas mais antigas do halo galáctico, com menor metalicidade). As estrelas da População III constituem uma população teórica de estrelas com metalicidade muito baixa. 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Em geral, são estrelas que terminaram a fusão de hidrogênio nos seus núcleos e estão evoluindo para se tornarem estrelas gigantes. Algumas dessas subgigantes pulsam, fazendo delas estrelas variáveis. As variáveis Cefeidas são um exemplo de um tipo de estrelas subgigantes pulsantes.","term_approval_level":"N","language_code":"pt-br","term_number":481,"term_in_english":"Subgiant star","based_on_current_english_version":true,"linked_terms":[54,130,143,150,186,334,485,503],"alternate_terms":[],"categories":["Stars"],"category_ids":[2],"override_url":null,"url":"https://astro4edu.org/pt-br/resources/glossary/term/481/"},{"term_name":"Relógio de sol","term_definition":"A posição do Sol no céu há muito tem sido usada para definir o tempo, com o meio-dia local correspondendo ao ponto de maior altura do Sol acima do horizonte e o dia definido, em sentido estrito, como o período entre o nascer e o pôr do sol e, em sentido mais amplo, como o intervalo de tempo entre um meio-dia local e o seguinte. Um relógio de sol é um dispositivo que projeta a direção do Sol em uma superfície com marcações, geralmente rastreando a sombra de um ponteiro alongado conhecido como “gnômon”. Quando essa sombra aponta para a marcação designada “12”, por exemplo, pode-se ler a hora como 12 horas. Relógios de sol simples mostram apenas a hora solar aparente, que está diretamente ligada à posição do Sol no céu. Versões mais elaboradas possuem recursos que permitem a determinação da hora solar média.","term_approval_level":"N","language_code":"pt-br","term_number":344,"term_in_english":"Sundial","based_on_current_english_version":true,"linked_terms":[145,342,343,475],"alternate_terms":[],"categories":["Naked Eye Astronomy"],"category_ids":[4],"override_url":null,"url":"https://astro4edu.org/pt-br/resources/glossary/term/344/"},{"term_name":"Estrela supergigante","term_definition":"As supergigantes são as estrelas maiores e mais luminosas. Podem ser várias centenas de vezes maiores que o Sol e milhares de vezes mais luminosas. Ocupam a região superior do diagrama Hertzsprung-Russell, com magnitudes visuais absolutas entre −3 e −8. A faixa de temperatura das estrelas supergigantes varia de cerca de 3400 kelvins (K) a mais de 20.000 K. Elas são estrelas massivas ou estão em uma fase muito avançada da evolução estelar. As estrelas supergigantes podem ser identificadas com base em seus espectros, com linhas distintas sensíveis à alta luminosidade e baixa gravidade superficial: essas linhas espectrais são estreitas em comparação com a largura das linhas em estrelas menores. 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A grande quantidade de massa em um pequeno volume faz com que os buracos negros tenham campos gravitacionais imensos (poços de potencial gravitacional profundos). Desde 2019, cientistas têm usado dados de uma rede de radiotelescópios localizados ao redor do mundo para construir uma imagem dos horizontes de eventos ao redor dos SMBHs. 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Esses comprimentos de onda situam-se entre os raios X e a luz visível. A maior parte da radiação UV proveniente de objetos astronômicos é absorvida pela atmosfera terrestre, por isso a astronomia UV requer necessariamente telescópios espaciais, como o Telescópio Espacial Hubble, ou observatórios mais especializados, como o GALEX. 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O Universo é frequentemente referido como o cosmos, uma vez que todos os vários aspectos do Universo se reúnem em um sistema “ordenado”, embora existam diferenças técnicas sutis entre os dois termos. Universo é derivado do latim universus. Os cientistas frequentemente se referem ao Universo observável, para enfatizar os limites do que pode ser observado e medido.","term_approval_level":"N","language_code":"pt-br","term_number":374,"term_in_english":"Universe","based_on_current_english_version":true,"linked_terms":[72,73,255],"alternate_terms":[],"categories":["Cosmology"],"category_ids":[9],"override_url":null,"url":"https://astro4edu.org/pt-br/resources/glossary/term/374/"},{"term_name":"Vácuo","term_definition":"O ar que nos rodeia contém cerca de 10 bilhões de bilhões de moléculas por centímetro cúbico. Um vácuo ideal seria uma região que não contivesse nenhuma molécula. Na prática, falamos de vácuo quando uma região contém consideravelmente menos partículas do que o usual. 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A parte do espectro correspondente aos raios X é normalmente definida como o intervalo de comprimentos de onda entre 10 picômetros e 10 nanômetros. Isso corresponde a frequências entre cerca de 30 petahertz e 30 exahertz. As energias dos fótons resultantes (partículas de luz) estão na faixa entre cerca de 100 eV e 100 keV, usando a unidade “elétron-volt”, comum na física de partículas. \r\n\r\nNa astronomia, uma emissão significativa de raios X normalmente chega até nós a partir de regiões que contêm gás ou plasma em temperaturas muito altas, superiores a um milhão de kelvins. Exemplos incluem a coroa do nosso Sol e as coroas de outras estrelas, bem como os discos de acreção ao redor de objetos compactos: gás caindo em direção a uma estrela de nêutrons ou buraco negro e girando em um disco extremamente quente antes de cair sobre ou para dentro do objeto central. 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En química, las moléculas se limitan a los átomos unidos por enlaces covalentes, pero en astronomía a veces se denomina «moléculas» a los compuestos iónicos. \r\n\r\nLas moléculas están presentes en condiciones que van desde las atmósferas de estrellas de tipo solar y estrellas más frías, así como enanas marrones; hasta las atmósferas, océanos y regiones heladas de planetas y lunas; pasando por el material helado de cometas y asteroides; así como en las partes más frías del medio interestelar. Para que se formen nuevas estrellas se necesitan nubes moleculares interestelares compuestas principalmente por moléculas de hidrógeno (H2). Una nueva estrella se forma cuando una parte de dicha nube se contrae bajo su propia gravedad. \r\n\r\nLas moléculas pueden detectarse en el espacio porque, en las circunstancias adecuadas, al girar o vibrar, absorben y emiten radiación electromagnética en regiones de longitudes de onda estrechas, típicamente en el radio o el infrarrojo. 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